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Oswald de Andrade – Discurso do Trianon, 1922
“... e este maravilhoso John Graz, ultimamente revelado, afirmou que a nossa terra contém no seu ignorado cadinho, uma das mais fortes, expressivas e orgulhosas gerações de supremos criadores.” -
Claro Mendes, Papel e Tinta, Junho, 1920
“John Graz, reputado na Europa pelos seus admiráveis vitrais e pela moderníssima composição de seus quadros, é um elemento que nossa capital deveria aproveitar para definitiva formação de nossa cultura.” -
Aracy Amaral “Artes Plásticas na Semana de 22”
“Uma forte estruturação está presente nas duas paisagens espanholas, sobretudo naquela que focaliza a ponte de Ronda, onde a preocupação tectônica se casa com uma sensível alteração cromática, que ganha em dramaticidade. Indiscutivelmente, ao lado de Anita Malfatti, qualitativamente John Graz se colocava nessa exposição, juntamente com Rego Monteiro, como um dos pintores mais interessantes da Semana.” -
Geraldo Ferraz, outubro 1976
“Trata-se, portanto, de uma pintura que extrapola a realidade por vários desvãos de espontaneidade, ao configurar aos espetáculos sem restrições, ao contrário. O que devemos ver nele, é uma inteira liberdade no enfoque das situações, quando seus pássaros e seus cavalos se comportam com uma dinâmica imaginosa, destruindo as leis que os condicionaram, para dar, pelo movimento, uma idéia maior da metáfora intensamente animada.” -
2016 . Relançamento do site do Instituto John Graz.Sem título (série Sonhos Gregos), 1928. Guache sobre papel. 11 x 23 cm.